terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Simplicidade


quero sorrir a todos
e o medo espantar
quero dizer eu te amo
e um abraço ganhar
quero cantar
só por cantar
quero mimar
e muito carinho dar
quero correr
até meu folego perder
quero me calar
e ouvir as ondas do mar
quero um beijo apaixonado
um sonho acordado
quero uma rosa ganhar
na torre mais alta subir
quero fechar os olhos
e deixar me levar
quero durmir na grama
rolar na areia
quero a verdade do olhar
e deixar a lágrima cair
quero poder contar
que existi e vivi feliz.

Não é o fim...

Fazia tempo que não escrevia...Vamos lá o primeiro desse ano.
Se preocupem menos e Divirtam-se ok.

Não é o fim.

Vamos recomeçar
deixar-se encantar.
isso não é o fim
não acaba assim,
de braços abertos
não vou cair perto.
e livre para voar,
ouvir alguém tocar
mexer com coração
palavras sem razão,
andar sem destino.
em meu desatino
chorar sem desfaçar
crer, acertar e errar.
poder admitir,
sem precisar fingir
que esse não é o fim.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

apresentando-me

Sem saber o que dizer
meus passos me condenam
onde não há retorno.
olho o ceu azul
e sem perceber estou sorrindo,
com olhar longínquo.
alguém que na porta bate
na porta trancada dentro de mim.
não é proibido ficar
nem é permitido equivocos
numa guerra solitária
quem me fará feliz?
na insanidade de "estar"
lucidez é apenas "ser"
e na minha mente contrariada
não existe esquecer.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Em busca do conhecimento

Amar a tudo
sobre qualquer circunstância
pra ver o tempo passar,
esse tempo que nos assola,
assuta, amadurece.

como peças de um quebra-cabeça perdidas,
espalhadas pela casa
são pedaços de nós mesmos.
e a cada porta aberta,
a cada gaveta puxada
encontramos mais um pedacinho.

No rumo ao desconhecido
tentando ali perdurar a juventude que finda,
itinerante da vida
mudam lugares, decorações e paixões
Na procura de algo a mais.

entorpecidos pelo medo;
medo do tempo passar,
medo de nada fazer ou o mundo mudar
agarrados a uma esperança xula
que tudo vai passar.

nessa procura infindavel.
algo fazer, alguém sorrir
o "ser" conquistar
sem querer se adiantar
E mais um passo dar.
porque no fim de tudo,
desinteressante é o "chegar",
o que verdadeiramente importa
é toda a estrada a caminhar.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

navegando

o que tanto esperas?
o amanhã nunca chega
e o horizonte sempre será uma linha distante.
Viver na duvida lhe basta?
a desilusão nos espera,
no virar de cada esquina.
Essa é nossa sina?
não estamos sozinhos
não sorrimos em vão,
O que queres então?
o soprar de cada brisa
um pedacinho de cada um.
O que temos, nós?
o prazer de estar
e a contradição do ser.
Onde iremos?
resta saber?!
não importa o que lhe dizem
és a luz do brilho eterno
és a beleza da natureza
és o coração pulsante
és seu próprio caminho,
seu destino errante.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Harmonia do ser

No cair de cada gota,
desapego.
No fechar os olhos, respiro,
esqueço.
O coração de quem chorou,
aqueço.
As palavras que nos afetam
angustiando,
O desejo de cada um
transparece
O pequeno sopro de vida,
desgrenhado,
envolto de sorrisos que disfarçam
apelando
por um significado, em vão.
Sofrendo
a discordia do atônitos solitários
tocando,
em busca de sua música
escutar.

sábado, 13 de novembro de 2010

RebOliçO

No desvaneio de viver em paz
Alguem se fez,
querendo, sorrINDO.
Hoje apenas vivo
Na ressaca do passado
Exacerbada
Desfrutando da confusão.

domingo, 24 de outubro de 2010

Simplicidade da Vida

Uma casa, uma palavra,
um passeio, um olhar
O veneno que me mata,
Aos poucos.
é o prazer que me faz viver

Uma música, uma luta,
um desejo, um carinho.
Abraços que me deixam louca.
Não quero fingir,
quero gritar; na hora que rasteja

Na espera de um tudo
me fiz inoscente
descrente, ainda na espera
Uma resposta, uma risada
Um beijo, um nada.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Pra me libertar

Pra viver um grande amor
é preciso ter coragem,
a coragem dos ignorantes
que desconhecem o caminho.

E a saudade que sentia
se transformou em agonia
de querer viver em paz.
A paz do amor explícito
sem conflito, sem querer.

Me fez bela
fez enxergar que não existo.
que minha existência
não passa de benevolência
que Deus sentiu por mim.

E agora vivo sem ela
sem a paz, sem o amor.
Com minha alma carente,
sem sua morada,
O meu coração, que você levou.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Hoje vi

Que sorrir não me basta,
quero a alegria inconstante
do acordar todas as manhãs,
do caminhar a beira mar.

Ao olhar nos seus olhos
a verdade que preciso.
na raiva que se esvai
do coração mais belo.

A esperança do novo dia
no cantar de um passaro,
no sorriso de uma criança.

Hoje eu vi
minha alma suspirar.

Tanto Amor

Amor em silêncio
amor carente
de felicidade somente
de uma noite a sós.

amor que inveja
amor que não restringe
de palavras doces
de carinhos e afagos.

amor fulgaz
que o vento traz
devolve meu beijo
que tanto desejo
e que no caminho
ficou.

(para pessoas que adoro demais. ^^ )

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tens a mim

Quero de um sonho viver
e no céu do amanhecer
te ver chegar,
sem medo de entregar,
meu coração a ti.

Com a alma sedenta
de uma paz incomum.
fiquei desatenta
entregarei mais um,
Amor ou perdão.

Dividida entre duas verdades
no sentimento relutante
quem sou realmente
pra falar de igualdade

na luta sem fim
em busca de razão
direi então
que tens a mim.

domingo, 19 de setembro de 2010

Destino Mudado

Apareceu derrepente
não muito descrente.
o querer conquistar
me fez enxergar,
ver os outros a minha frente.
Desamores esquecidos,
destraídos.
conquistando a razão,
contrariando o coração,
sem pedir licença.
Errante pedinte
solicito permissão
mas não peço perdão
se também contrariei.

(For someone)

O simples pedido

Não precisais de passado.
não conheces teu futuro.
Viva plenamente,
o errante presente.

Tranformai em um só
o sonhar de cada um,
Desprenda o nó
que restou nos feridos.

Dei-me um beijo
e minha alma voará,
dessa solidão indigna
meu coração tirará

Não dizeis que me ama
ou inveja despertará
sussurai em meu ouvido
o que mais desejar.

sábado, 18 de setembro de 2010

Na sombra de uma paixão.

Diga em um olhar
se devo seguir,
o afan dos meus desejos.
Tão inóspito brilho
que aqui me esqueço,
abandono-me em vão.
O doce afago
que ao cair da noite,
espero.
quero deitar-me
num sono só meu.
Caminhar,
nos mais belos campos,
e sentir-me no apogeu.
Não quero de um sonho,
acordar
e ver que se perdeu.
Inunda coração meu
de um desejo ardente,
Tão solene e inocente,
No pulsar de cada gesto,
No rolar de cada onda,
No suspiro de cada ilusão.
Trazei-me Oh! vento.
A esperança dos refugiados.
O sorrir de cada flor na primavera
O prazer dos amantes no colo teu.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Mentiras distorcidas

No prazer de viver,
seguimos sozinhos.
Diga-me uma palavra,
Conte-me um verso,
ensina-me a cantar.
Hoje somente,
quero teu abraço.
No ato singelo
de dizer que errei,
não serei só eu.
Ensina-me a cair,
Conte até três,
Diga-me o que achou.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Amar e Aceitar


Tempo,
vilão inimigo
ou ajudante ferido?
nos cura
ou me destroi?
que caminho escolher,
quantas mudanças hão de acontecer?
no prazer ireal,
esconder as mentiras
não me basta.
Querer viver,
na sede de loucura
meu coração dissitua,
quanto tempo há de passar,
e eu poder acordar
em um novo lugar.

Destino cantado

que fim será que nos vai ocorrer?
qual caminho será que vão percorrer?
Em qual vão será que vou viver?

O leviano de todas as coisas
divergindo todos os lugares

suportando a cada derrota,
O desejo de algo mudar

O guerreiro solitário.
em vão lutará?!

Na batalha mais ardua
contra sua razão.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Um dos antigos

TE AMO

te amo sem razão
te amo sem ter explicação
assim como um louco dissimulado
assim como a lua ao mar
do mais profundo abismo
ao mais alto monte
delirante é meu ser

te amo com segurança
te amo com esperança
assim como o vento refresca
assim como a chuva que lava
do mais puro sentimento
ao mais forte abraço
e suspeito é meu eu.

sábado, 10 de julho de 2010

Animal do Homem

O ser sublime
No alge,
da inspiração divina.
Murmurando,
corrompendo-se
Com a liberdade que nos aflige.
Suposta contradição,
que nos desola,
desconsola.
Rendidos pelo desejo,
desatentos,
esquemos do perdão.
No terror da palavra,
nas escolhas erradas,
Nos jogamos, nos perdemos
no abismos de nossos corações.